quarta-feira, 28 de setembro de 2011

JUM NAKAO

Ontem aprendi uma coisa importante com o designer Jun Nakao.
Não devemos nos ater à materialidade para sempre. Devemos ter um outro olhar para o simples  e enxergar a poesia, a sensibilidade nos detalhes. E que pode estar presente em uma mensagem escrita em um frágil bilhete de papel e imortalizado em nossas memórias.

domingo, 25 de setembro de 2011

AULA DE CULINÁRIA NÚMERO 04!

Entrada:

Rolinho de alface com parma, muçarela de búfula e mexerica


Panelinha de tomate, ricota e manjericão


Prato principal: Filé Wellington



Sobremesa: Sorbet de limão e acúcar de aroma com maçã


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

INQUIETAÇÃO

"É uma vontade que ainda não sabe falar, mas faz barulho e se mexe o tempo todo, brincando de pega-pega dentro da gente. "

Essa frase peguei emprestada lá no blog da Silvana Tavano. Acessem  http://diariosdabicicleta.blogspot.com/

QUARTA- FEIRA

É o dia que tenho certeza absoluta que não vai dar tempo de fazer tudo o que planejei para a semana....
Tudo bem.
Tenho que achar é que está tudo muito bom mesmo!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

SEGUNDA - FEIRA

A música do Fantástico anuncia o "desespero" que é a segunda - feira.
Ai....
o Padre Alexandre Fernandes falou durante a missa de ontem, que temos é que agradecer por sermos abastados. E somos mesmo!
Obrigada por essa segunda - feira que já passou!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

MISS IMPERFEITA

(Texto na Revista do Jornal O Globo- Martha Medeiros - Jornalista e escritora )

"Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros...
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias..
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante."

terça-feira, 13 de setembro de 2011

CIRCUITO ONDINA

Foi sentada naquela mesa, naquele lugar de eternas recordações que a emoção se fez presente. Como bons mineiros, ao redor de uma mesa na cozinha aquecidos pelas chamas de um tradicional fogão à lenha que as lembranças, as verdadeiras memórias afetivas, manifestaram-se. Entre amigos é assim. Somente entre os verdadeiros. Como que em uma terapia coletiva, tiveram histórias, muitas histórias, lágrimas e também muitos sorrisos.

Lembro a primeira vez que fui à Casa Grande do Bicudo (a casa pequena era do tamanho da minha infância, porém permanece ainda muito grande na minha imaginação) e deparei-me com aquele criado- mudo com pés palito. Um sonho retrô simplesmente irresistível! Célia, de onde veio? Ouvi a história que era do quarto da D. Ondina. E lembrei-me daquela peça que achava muito moderna para a época, porém igualmente chique e despretenciosa. Lembrei que apesar de ser bonzinho como meu pai, tinha medo do Sr. Antônio, patriarca daquela família por ele ser "grande demais". A verdade é que eu era tímida demais.
O fato é que nos finais de semana em Carmópolis, à noitinha era a hora de resgatar a Simone para a casa da Tia Maria. Ai meu Deus! Eu tenho que ir mesmo??? Teimava em me aproximar daquele ambiente, do ninho da família, o quarto da D. Ondina! Só via de longe e garanto que do meu campo de visão dava para ver aquele criado que fazia conjunto com a cama e a penteadeira. Tudo muito chique!

Nesse circuito Ondina- Bicudo, fui privilegiada com esse presente. Um presente lindo! Veio com carinho da mãos da Célia e da emoção da D. Ondina em me presentear com uma peça que fez parte de seu ambiente afetivo. Uma peça que tem muitas histórias para contar, que dialoga comigo, com a Casinha e minha tragetória. E tenho certeza, muito abençoada.

P. S.:   D. Ondina, eu aceito o convite em aprender a fazer biscoitos com a senhora na casa pequena. Nunca mais voltei e quero muito estar lá!


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

SETEMBRO

E todo ano sou presenteada com essas maravilhosas flores que ganhei de minha querida mãe no dia da minha formatura.

Mãe, obrigada por esse presente que tem me encantado durante esses últimos 13 anos no mês de setembro...
É o anúncio da primavera na Casinha!